Minha visão da situação atual da igreja instituição no Brasil
Infelizmente, neste tempo em que vivemos, a maioria dos que deveriam anúnciar as boas nova se perderam seduzidos por doutrinas estranhas, e ensinamentos no mínimo contraditórios ao que a palavra ensina, onde até mesmo os leigos podem perceber erros doutrinários terriveis nas igrejas do país. Este texto é fruto de observações que faço há anos, e abaixo tento descrever um pouco do que tenho visto por aí.
Boa leitura e deixe seu comentário por favor!
– Manipulação das pessoas através dos dízimos e ofertas.
Não é novidade para ninguém que o dízimo e as ofertas segundo a palavra de Deus diz, deve ser entregue com um coração expontâneo e desprendido, ou seja, deve partir de um gesto de devolução por amor e gratidão às benesses concedidas pelo Senhor. Mas infelizmente nos nossos dias, o dízimo e a oferta viraram moedas de troca, ou seja, troca pela segurança patrimonial, troca por garantia de emprego, troca para se evitar o estrago repentino no carro, troca para se evitar uma enfermidade e etc. A maioria dos pastores não percebem, mas são práticas Animistas no seio da igreja local, creio que alguns o fazem ‘ingenuidade inocente’, ou seja a pessoa realmente aprendeu aquilo e nunca teve o cuidado de analizar o ensino que recebeu O ensinamento de se barganhar com Deus, está presente na maioria dos cultos, pois as pessoas são manipuladas através do medo do devorador, e muitas vezes, são levadas a terem expectativas nos supostos favores de Deus por terem entregado o dízimo e a oferta.
A teologia da prosperidade tem causado bastante danos no meio dito evangélico, mas a única vantagem desta teologia do cão, é que ela de alguma forma, revela a verdadeira motivação e intenção do coração de muitas pessoas quando dão o dízimo e a oferta. Sendo assim, podemos entender porque determinadas pessoas fazerem o que fazem, isto, incluindo pastores e suas liderânças. Isto é lastimável!
A Escritura declara: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32), lembrando-nos da necessidade urgente, de dispensarmos tempo para meditarmos e conhecermos esta Palavra, pois ela traz libertação e liberdade, não amarras e cadeias!
– Manipulação das pessoas por posição eclesiástica:
“Sou ungido de Deus, me respeite!”
“Eu gostaria de informar ao irmão que eu sou o Pastor da igreja e não discuta comigo! Você não sabe o que passei para chegar onde cheguei”. Esta foi umas das frases que eu presenciei demais nos Estados Unidos quando fui tocar (Sou baixista) numa igreja que esta de “Bem com a vida”, e se declara apostólica. Em outra ocasião, fui conversar com o líder do louvor sobre umas atitudes de grosseria por parte da liderança, em relação a alguns irmãos que, na intenção de aprender, participaram de uma reunião do grupo de louvor, mas que num dado momento da mesma, foram convidados a se retirarem, e então ele me disse: “Aqui na igreja “de bem com a vida” usamos da autoridade”, e aí eu fui obrigado a dizer para ele que, lá em Belo Horizonte, isto se chama grosseria e falta de educação.
É muito fácil de constatar isto, converse com algum músico que toque ou alguém que serve junto à liderança em qualquer destas igrejas de linha Neo-Pentecostal e ‘Apostólica’.
– Campanhas intermináveis para se alcançar a benção de Deus, que aliás, já as temos. (Efésios 1:3).
Minha esposa conheceu Jesus na igreja do Evangelho Quandrangular e quando a conhecí esta questão de corrente de 7 orações entre outras era algo bem novo para mim, pois fui criado no meio dito tradicional, ainda que na maioria das vezes algumas tradições nunca são praticadas, por isto, fui convencido na igreja onde minha esposa era membro a fazer a famigerada corrente das 7 orações. Nunca orei tanto na minha vida rsrs.
Na época eu vivia o cristianismo da expectativa, e fiz um monte destas campanhas, que nunca resolveram nada para mim. Hoje em dia, deram uma implementada na coisa, e está bem diversificada, pois temos vale do sal, campanha da gruta, oração dos setenta, sal grosso, água de cachoeira e por ai vai.
– Favoritismo diante de Deus. Faço mais, mereço mais.
Esta é muito obvia, quanto mais “pago o preço”, mas Deus me abençoa. Claramente sabemos, que quando alguém se empenha mais em algo por suposto recebe mais, mas esta de pagar o preço, não tem base Bíblica alguma, pois Deus não tem filhos favoritos!
– Eu crente sou abençoado, os que estão fora da igreja são filhos do diabo.
Esta eu presenciei recentemente, pois cai na besteira de visitar uma igreja de um pastor de linha prsbiteriana renovada, e como não é novidade, os Batistas e Presbiterianos tem uma boa palavra, só que neste dia, o pastor titular não estava presente, mas sim um convidado, um destes fazedores de campanhas pregando, “Compre um cd e abençoe o ministério do irmão”, e o tal pregador disse: “Você é filho do dono do ouro e da prata! Você não é como estes filhos do cão que estão lá fora!” Nossa, isso doeu nos meus ouvidos e só não saí daquele lugar, porque minha esposa me segurou pelo braço.
Recomendação: Quando for convidado e não tiver como rejeitar este tipo de convite, leve um mp3 player e uns óculos escuros, ajuda bastante.
-– Falsas promessas em nome de Deus.
“Traga seus dízimos que o Senhor lhe dará 100 vezes mais”, “Pare de sofrer”. Alguns mais recentes pedem o que agora denominam de ‘investimento’ de R$ 1000,00 em troca de favores especiais de Deus.Alguns prometem curas milagrosas, casas, carros, iates, e até a salvação de familiares. Isto é um prato cheio para muitos, e os mais desonestos, aqueles que barganham, e por algum motivo não ficam satisfeitos com o negócio, vão logo ao Ministério Público dizendo-se enganados pelo pastor e pela igreja requerendo assim o reembolso da ‘oferta’ que deus em ‘nome de Deus’, mas a Palavra nos afirma que somos enganados pela nossa própria concuspicência, ou seja, a maioria está alí é por causa do dinheiro mesmo, quanto mais eu dou, mais eu recebo, é uma aritmética rápida.
- Confusão teológica e teologia Vetero-testamentária ensinadas e cantadas na época da graça.
Se você já freqüentou um templo evangélico ou assistiu um destes “tele-cultos” com certeza já viu e ouviu isto, como o de transformar o palco em altar ou chamar o local de reunião de casa de Deus, sacralizando-os, ou o de manipular através do medo da perda da salvação, ou por medo da destruição causada pelo devorador na vida daqueles que não dão o dízimo, ou através de correntes intermináveis, e por aí vai.
Hoje também há uma grande quantidade de cânticos que tentam costurar o véu que a cruz já rasgou, pois o povo adora o velho testamento, não que eu tenha algo contra, mas Jesus aboliu a lei, e nos trouxe um novo e melhor pacto.
A música é uma das áreas onde vemos uma maior divulgação desta teología vétero-testamentária, e como sou músico, isto é uma das coisas que mais me incomodam, ao ponto de deixar de tocar com muita gente por causa disto.
Quem presta atenção no que se canta nas igrejas hoje em dia, sabe do que estou falando, porque mesmo depois de extinta a arca da aliança ainda tem gente trazendo a arca, outros ainda tocam no altar e etc, aliás, esta última tem uma que só fala em restituição, e um detalhe que no refrão diz assim: “… O que o devorador levou!”. Pelo que eu entendo no texto de Malaquias o devorador levava somente dos infiéis, dos ladrões…., mas fazer o que? O povo as vezes parece que gosta de ser enganado!
Curiosamente, poucos se dão conta do mal que estas letras fazem à igreja local. E para piorar ainda mais esta teologia, alguns pastores e ministros de louvor dizem o seguinte: “Irmão, você tem que levar em conta a licença poética!” Mas, licença poética nenhuma nos dá o direito de alterar o que a Palavra de Deus diz, e muito menos nos dá o direito de usar o velho Testamento, como compêndio teológico para a igreja local, dizendo o que se deve ou não se deve fazer.
Jesus quando ensinava usava muito o estilo chamado Midraxe usando de parábolas para contar verdades e nem por isto alterava o sentido do texto. Por isso, o que mais me intriga, é como que os pastores destes irmãos e amigos que fazem apologia vétero-testamentára, não vêem o mal e a confusão que isto causa nas pessoas?
Recentemente um cantor Evangélico gravou uma canção que diz: “Como Zaqueu, quero subir o mais alto que eu puder só para chamar sua atenção” e no refrão ele diz assim: “Me ensina a ter santidade…” Nesta pequena parte do início da canção dá para perceber alguns erros. Zaqueu não subiu em uma arvóre para chamar a atenção de Jesus, mas para ver Jesus, pois Zaqueu era de baixa estatura, e não existe nenhuma referência na Bíblia sobre o fato de Zaqueu ter subido na tal árvore para chamar atenção de Jesus, outra coisa, não há nenhum texto que diz sobre aprender a ter santidade, pois a palavra de Deus diz que somos santificados pela Palavra, ou seja, separados. Por outro lado, eles colocam a santidade somente como um padrão moral elevado, e que ao invés de atrair o homem até Jesus, o afasta, pois cria um padrão moral humanamente quase impossivel de se alcançar, por isto, a pessoa acaba se afastando e quando questionada o porque do afastamento ele diz: Eu até que tentei, mas não é para mim.
Muitas também, são as composições que acrescentam jugo na vida do povo, afirmando que para ser adorador tem que se cumprir uma lista interminável de quesitos, sendo que a Palavra de Deus nos diz, que tem que ser em espírito e em verdade. Será que é tão difícil assim ler um texto e seguir o que está escrito?
Infelizmente não para por aí, e se fossemos relatar tudo aqui não haveria espaço suficiente para tantas aberrações teológicas que se cantam nas igrejas hoje em dia. Infelizmente a música que era para ser usada de forma positiva trazendo o entendimento paras as pessoas, acaba sendo um instrumento do engano e manipulação.
Ps.: Não penso que o Velho Testamento se invalidou porque estamos na época da graça, mas usá-lo como compêndio Teológico não é correto, o Velho Testamento está cheio de principios e valores que podemos e devemos aplicar às nossas vidas nos dias de hoje.
Quando retornei ao Brasil apresentei o Movimento Urbano para um “amigo” meu em primeira mão, por consideração, amizade e porque já tinhamos feito algumas coisas pouco ortodoxas alguns anos antes, (Leia sobre o MOVIMENTO URBANO para mais informações). Ele me escutou atentamente e ao final me disse que não concordava com aquela proposta e me apresentou algums motivos.
O primeiro motivo era que ele não conhecia a motivação do coração dos compositores das músicas que usaríamos naquele evangelismo, já que eram canções não ‘evangelicas’. Ok, no problem! E então eu perguntei se por um acaso, ele saberia me dizer qual a motivação do coração de alguns interpretes evangélicos, que fazem música somente para vender? E que motivação, pelo que eu sei, não tem como averiguar, pois o coração das pessoas é terra que não se conhece, desnecessário dizer que ele discordou de mim. Mas eu repliquei dizendo que nós Cristãos somos muito hipócritas, pois cantamos muitas coisas que não estão na Palavra de Deus e achamos certo, e as canções compostas/cantadas por “não Cristãos” simplesmente são demonizadas sem tentar entender ou estudar a fundo a letra da música e sem tentar entender a dimensão teológica da nossa cultura. A discussão foi longe e não acabou bem, porque ele insistia em me dizer que a música era mundana, mas não me apresentava um argumento decente. Outra justificativa é que não queria incentivar o pessoal da igreja dele a ouvir música não cristã, e como eu conhecia os músicos de lá, já sabia que ele estava viajando. Tenho um artigo interessante com o título “Música secular e Música não cristã”onde faço algumas perguntas, na tentativa de se averiguar o que faz uma canção ser evangélica ou não, dê um lida lá por favor e comente.
Concluindo o pensamento dele: Músicas compostas por Crentes já são automáticamente músicas, digamos assim, santas, de Deus, e músicas compostas por não crentes são automáticamente do diabo! Simplesmente não dá para entender este dualismo que ele vive e crê.
-– Cristianismo Judaizante – Tudo junto e misturado, como dizem por ai.
Infelizmente temos visto já há algum tempo um problema crescente de falta de identidade entre algumas denominações e muitos do que se denominavam, por exemplo Batistas, foram avivados e ao invés de buscar um equilibrio no uso dos dons do Espírito Santo no seio da congregação eles simplesmente assumem um posição totalmente oposta a que defendia anteriormente. Devido a este problema de falta de identidade e na minha opinião de visão também é comum vermos ‘novas’ denominações como, acredite se quiser, Batista pentencostal, Presbiteriana renovada entre outras. Também algo muito fácil de se observar hoje em dia é a grande quantidade de símbolos Judaicos nas igrejas – menorahs, Tallit, bandeiras de Israel, vestimentas e em alguns casos até o corte de cabelo e o toque do shofar durante o culto alguns já fazem. Depois de vivermos em 4 países temos observado um avanço imenso do Islamismo e caso um Mulçumano seja tocado pelo Espírito Santo a se congregar numa igreja evangélica, ele vai penar para encontrar uma que não tenha nenhum símbolo ofensivo à cultura dele.
Eu não tenho nada contra Israel ou os objetos judaicos, mas o evangelho é inclusivo e não exclusivo.
Não é porque a bíblia nos ensinar e orienta a amar e orar por Israel é que devemos tomar posse de ritos, costumes e vestimentas para uso nos nossos cultos.
Hoje em dia já não se sabe o que é igreja evangélica ou sinagoga Judaica.
-– Sincretismo religioso acentuado.
Como se não bastasse o problema descrito acima, percebemos também muitos elementos de umbanda e Candomblé presente em igrejas de linha pentecostal e Neo – pentecostal, as ditas apostólicas. Assista sua TV depois das 23 h que você confirmará o que digo. Os cultos da Universal, Mundial do ‘reino de Deus’, da Igreja Internacional da Graça de Deus entre outras menos expressivas como Sara Nossa Terra e Quadrangular do Templo dos Anjos em Belo Horizonte são carregados de sincretismo religioso, confissão positiva e quebra de maldições. Triste, mas é a verdade.
-– A grande maioria das denominações ao invés de fazerem servos e discípulos de Deus faz servos defensores da denominação.
Não há nenhum problema simpatizar-se ou se identificar com determinada denominação, mas favoritismo desta denominação em detrimento da outra não condiz com a Palavra de Deus. Quando retornei ao Brasil em 2008 foi grande o número de pessoas que me procuraram para me “fisgar” para sua igreja, inclusive meu querido pai me disse: “Você tem que voltar para a igreja Batista”. Eu perguntei o porquê eu deveria retornar a me filiar à dita igreja e ele me respondeu: “Para defender a doutrina…”, e então eu questionei de que era a “doutrina”, e para finalizar, eu afirmei que para se defender a doutrina não precisava estar na igreja Batista ou qualquer outra denominação, precisava simplesmente tê-la no meu coração e vivê-la dia-a-dia.
Como já disse nascí e fui criado num lar Batista tradicional e no meio Batista algo lamentável é ouví Batistas dizerem que não abrem para outras denominações participarem da ceia do Senhor, porque não é correto colocar gato, macaco e outros bichos na mesma mesa. Muitas vezes também, eu ouvia minha avó dizer que quando encontrava outros crentes pelo caminho, e era arguida sobre sua fé, respondia com muito orgulho: “Somos Batistas! Batistas da velha convenção”. Isto sem contar os que se dizem membro de um igreja cheia do fogo, e não de uma igreja fria. Duro não ? Pois é, alguns denominam as igrejas como Igreja fria e Igreja quente, e o mais interessante disso tudo, é que os que se dizem ser mais cheios do Espirito Santo, são os que tem menos amor. Como pode alguém estar cheio do Espirito Santo, cuja essência é o amor e não contagiar as pessoas com este mesmo amor?
Meus esforços para redimí-la:
Pois bem, busco estar centrado no que a Palavra ensina, apesar de que, qualquer grupo se questionado diria o mesmo.
O ser humano tem um grande problema em relação ao equilíbrio, principalmente o teológico, e um das coisas que creio piamente, é que devemos voltar a ser uma igreja apostólica como em Atos 2:42, mas infelizmente, estamos mais para “apostróficos” do que para Apostólicos, devido a este problema da falta de identidade, falta de firmeza teológica e muitas vezes de tentar agradar a todos, isto sem mencionar o fato de que uma boa parte dos pastores na atualidade, não tem nem sequer um pré-primário teológico.
Ps. Eu creio que o chamado pastoral vem antes do seminário e não creio que para ser pastor fazer seminário seja obrigatório, principalmente para os que não têm condições financeiras ou moram em locais que não tem um bom seminário. Mas caso você crê que tem o chamado para o ministério pastoral busque fazer um seminário, pois com certeza o ajudará e muito. Um soldado jamais é enviado à guerra sem o devido preparo.
Minhas exortações:
Apocalipse 3:17-22
“Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”


Rodney Welby postado 01/10/2009 21:21
Parabéns Pr.Carlos, todas estas questões que vc trouxe pra que fossem repensadas são a muito tempo parte de nossa visão como conhecedores do proposito de Deus. E por quantas vezes estas questões não barram a vontade de Deus, e se não barraram atrasaram em muito os seus efeitos? Então a todos quanto desfrutam acomodados destas facilidades espirituais um lembrete: “Há de ser prestado contas, cada alma, perdida ou enganada, cada lucro que se tem usando o nome de cristo vos será cobrado o royalties.”
e o valor sera pago de forma não muito agradavel!!!
Aos outros perseverem!!!
Rodney Welby
Luiz F batista postado 01/10/2009 21:24
Valeu, Carlos por colocar estas questões, são coisas que a gente esbarra por aí e tem produzido grande confusão por aqui. Acho essencial essa resposta através de seu movimento, precisamos cada vez mais de praticantes que vivam de verdade a beleza do evangelho que temos conversado.
lfbatista
Veja também este artigo e outros no site
http://www.renovatiocafe.com
Nelson Costa postado 01/10/2009 21:28
Assim se encontra a sorte dos homens!Temos,pois aqui,disponível uma preciosa carta sobre a situação eclesiástica.O célebe desafio está no ar, e os homens de Deus(como o Carlos) estão gritando!
Nelson Costa
New York – NY
Carlos Rizzon postado 01/10/2009 21:30
Meu irmão muito obrigado pelas considerações e conto com suas orações pois as lutas são muitas.
Fique na paz, Acesse também nosso site e comente, será um
enorme prazer ouvir o que o irmão tem a dizer.
Carlos Rizzon
http://www.igrejaurbana.org
Ronaldo N M postado 01/10/2009 21:31
As palavras tem poder tanto para edificar quanto para destruir por isso o Apostolo Paulo disse: Eu coloquei os fundamentos e qulaquer um pode edificar em cima mas ai daquele que edificar algo diferente que Cristo, e Ele proprio disse: Eu edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevaleceram contra ela e pelo que vivo,e estudo Ele nao cita nomes e nem lugares, por isso vemos tantas obras feitas por mãos de homens vencidas nas vidas das pessoas que acham na Igreja justificativas para seus pecados.
Ronaldo N M
Carlos Rizzon postado 01/10/2009 21:34
Ronaldo infelizmente a situação esta complicada, mas devemos definitivamente tomar uma postura diante do que é certo e do que é errado e viver o evangelho.
Obrigado pelo comentário.
Fique na paz e vê se não me abandona.
Carlos Rizzon
JUNIOR postado 02/12/2009 9:16
Gostei muito.
Sou missionário, procuro fazer a obra dentro desta visão, e afirmo q aprendi muito com esse comentario seu. Faltam pessoas com essa visão para trazer a Igreja para os trilhos, pois o q se ve hoje é uma tremenda bagunça. Valeu, mantenha o contato.
Carlos Rizzon postado 02/12/2009 11:40
Olá Junior que bom receber comentários como o seu! Não somente porque você concorda com o que eu escrevi, mas porque mais um membro do corpo de Cristo que se manifesta e diz NÃO às coisas que tem sido praticadas nas “igrejas” e que procura viver um evangelho simples baseado em relacionamentos, relacionamento com o próximo e com Deus, mostrando assim o reino de Deus entre nós.
Vamos manter contato sim,
Pr. Carlos Rizzon
Claudio Silva postado 03/04/2012 13:28
Ótima análise conjuntural, as questões sobre dinheiro, a costura dos ensinos do AT costuradas com a Graça principalmente nos cânticos que de tanto se repetirem acabam incorporados no corpo doutrinário das congregações, o autoritarismo das lideranças a confusão do sacro-profano nos louvores entre outros pontos que destacou são os sintomas de quem perdeu seu tino e missão. Viver para dentro deformou o sentido de servir o próximo para viver se servindo e o resultado são esta incoerências.
Amém Carlos Rizzon por esta análise vem bem de encontro com a experiência que vivo pois depois de muito me decepcionar por muitos motivos que descreve em seu texto, conheci em julho do ano passado uma comunidade de fé que que se formou por ver e sofrer na carne a maioria dos sintomas que descreveu, estamos caminhando tentando não incorporar em nossa agenda tais vícios e acreditamos que o serviço ao próximo (comunicando o Evangelho, apoiando nas áreas sociais e psicológicas) é uma forma de não ficar inventando modismos. Temos muita bagagem cultural-religiosa para ser desprendida ainda, mas acredito que isso é um processo que se faz na vida devocional e também nos encontros comunitários. Talvez hoje ainda não saibamos como ser uma igreja funcional em sua plenitude, mas com certeza sabemos que tipo de “igreja” não devemos ser. Se me permite vou reproduzir seu texto para meus contatos e imprimir algumas cópias com os devidos créditos. Abraço fraterno. Charqueadas RS